Compositor: Kira Karmine, 8-Bit Eppi
Num canto, escuro e profundo
Onde as sombras silenciosas rastejam
Num barril, o caos jaz
Uma fome carnal em seus olhos
Uma ameaça que você não consegue reconhecer
Trioxynth 2-4-5
Não procure por mim
Não brinque comigo
Não me mostre a luz
Trarei aos seus olhos uma noite sem fim
E encherei seus membros com um pavor paralisante
Mas se você me encontrar certifique-se de convidar seus amigos
Um acidente que não precisava acontecer
Você puxou um fio que libertou o monstro
Agora dançarei sobre seu local de descanso final
E valsarei dentro da sua mente e deixarei um rastro
Colocarei um sorriso de loucura em seu rosto
Festa é hora da festa
É uma festa é hora da festa
Eu comerei sua carne para acabar com a dor
Eu comerei seu cérebro
Pelo bem da minha própria sanidade
Para finalmente curar minha dor
Como num sonho, os mesmos rostos estarão lá
Seus amigos e os meus, uma dor que compartilharemos
Eles conhecerão a agonia de estarem mortos
Nós não comemos pessoas, apenas afogamos o pavor
Festa é hora da festa
É uma festa é hora da festa
Eu comerei sua carne para acabar com a dor
Eu comerei seu cérebro
Pelo bem da minha própria sanidade
Para finalmente curar esta dor vazia
Na escuta, central: Enviem mais paramédicos
Eu como seu cérebro para curar a dor
E por um segundo, posso sentir a chuva
Um relance de Sol, o nome de um amor
Uma memória roubada para alimentar a chama
E então a fome vem de novo
Festa é hora da festa
É uma festa é hora da festa
Eu comerei sua carne para acabar com a dor
Eu comerei seu cérebro
Pelo bem da minha própria sanidade
Para finalmente curar minha dor
Um trovão no céu, um som final e abrasador
Com a força de mil sóis queimando até o chão
Minha carne é incendiada, minha alma é despedaçada
Como chuva negra me tornarei, um veneno para o coração
A chuva ácida cairá, uma peçonha vinda de cima
E o caos surgirá com ela, para não responder a amor algum